Minha revolução/ Mi revolución

 

“Hoje, a luta que enfrento é me aceitar
Hoje, o veneno encontrou seu remédio
Hoje, eu peço perdão se eu machuquei meu coração
Hoje, não quero o que me faz mal
O escuro do jogo

(…)”

“(…) Esa es mi revolución
Llenar de amor mi sangre
y si reviento
Que se esparza en el viento
El amor que llevo adentro

(…)”

 

Que eu lute essa luta — e ganhe sempre.

 

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Memórias que não voltam mais

 

Old post

 

E eis que eu deparo com isso. A intenção é mesmo que voltemos para o passado, e foi o que aconteceu comigo.

Ainda que as memórias hoje estejam, em alguns pontos mais, outros menos, cobertas por certa névoa, eu me lembro.

Não há como (ou por quê) esquecer.

Em um dos comentários, um velho amigo (?) postou:

Shel Silverstein quote

E agora eu já não sei se ele era/é clarividente, ou se todas as histórias são mesmo assim.

Acho que o começo e o meio foram mesmo felizes; do fim eu ainda venho tentando esquecer.