Sonhos 1 e 2

 

Sonho 1

Eu estava no carro com meu pai. Era um carro que eu não me lembro de ter visto antes ao vivo, conversível, bem pequeno. Dois lugares, talvez. Dirigíamos pelo centro da cidade, mas mesmo o centro estava diferente. Íamos pegar ou encontrar alguém depois, então decidimos fazer hora em um bar, comer alguma coisa. Passamos pelo prédio dele – prédio dele só no sonho, porque na vida real não tem nada a ver; não sei que lugar é aquele. Ele estava na frente do local e nos viu enquanto meu pai estacionava o carro. Veio até nós enquanto descíamos do carro. Perguntou o que fazíamos ali e eu, irritada, respondi “não posso mais passar por aqui?!”, enquanto ele apertava a mão do meu pai. Ele recuou, e eu me senti um pouco mal pela rispidez (mas também, que tipo de pergunta estúpida era aquela?!). Então expliquei o que íamos fazer e saímos andando. Quando demos as costas escutei a voz dela, me xingando. Era um xingamento bem cabeludo mesmo, haha. Me virei rapidamente, com um dedo apontado para ela, e ele se colocou na frente dela, enquanto meu pai me segurou. Eu não ia atingi-la; não fisicamente. Ia somente falar tudo o que eu queria, e que me engasga até hoje, mas acordei naquele momento. Com um nó na garganta e um peso no peito. Não consegui segurar: logo comecei a chorar. E assim fiquei, por aproximadamente duas horas. O resto está aqui:

https://nowstaystill.wordpress.com/2014/02/18/amanha/

 

Sonho 2

Estava já no viaduto do Capanema, indo pra casa, de bicicleta. Que loucura! Primeiro porque não ando de bicicleta desde criança. E segundo porque a rota escolhida era meio absurda. Mas estava adorando a sensação do vento, e principalmente a rapidez em chegar em casa, mesmo naquele fim de tarde. No próximo recorte eu estava no viaduto que passa por cima da antiga 116, sentido São José dos Pinhais, com uma pessoa. Não lembro quem era ela, mas era uma amizade recém formada. Falávamos dela; ambas a conhecíamos e em algum momento achamos que ela era nossa amiga (amiga, de verdade). Era perceptível no sonho a tristeza e o amargor das duas ao conversarmos sobre como constatamos que isso não se confirmava realmente (em alguns momentos, na vida acordada e real, eu senti que ela dava mais valor e crédito á mim do que eu á ela. Quando ele me demonstrou isso, me senti mal, e tentei mudar. Tentei lhe dar mais importância, e agir assim. Mas logo me toquei que eu estava errada – e ele também, ou que estava, pra variar, exagerando). Percebemos que estávamos sendo seguidas. Por ela. Fingimos que não a vimos, e, de alguma forma, logo após o viaduto, ela conseguiu nos conduzir a um prédio abandonado. Muito rapidamente percebi que aquilo era uma armadilha, e lá havia várias outras garotas, prontas pra nos atacar. Me preparei para lutar.

 

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