The duet

Here’s to a duet that never happened! CHEERS!

If it always felt so surreal, that’s because, probably, it was just a dream.

… that’s what I tell myself, at least (at least once a day for the past months).

It’s just… so… tiring. ‘cause all the roads seem to take my memory back to you.

“I have a headache in my chest”. Fortunately now I may have discovered where to find some painkillers.

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Wayfaring stranger

I like to roam around from town to town. I prefer the small ones. It is easier to make money, believe it or not. And you don’t spend that much, if you know how to put on the puppy eyes, and earn people’s trust.

I usually stay for some months, and then announce my departure. They’ll prepare me nice dinners and farewell parties; I’ll say “goodbye” and how much I’ll miss them. Then I’ll keep on walking.

And I really do. I mean, I really miss them. But once they’re getting too close for comfort, I know it’s time to hit the road, Jack.

Some even question me when I’ll settle down, but I never know what to say. So I’m honest, wish them the best, and say I have to go.

Funny how people, even in the 21st century, still give wayfaring strangers rides. I’m not sure I would, but thank God they do!

Things are not always easy; sometimes–in fact, most of the times–they are awfully tough. But I’m not complaining; my spirit never weakens. As hard as life and circumstances hit me, I still manage to never fall apart.

As I walk, I get mud on my boots, after it rains; I get amazed by the view on mountain tops; I get intoxicated by the smell of flowers and freshly mowed lawn in the spring; on really hot days I crave for the rain and the smell it comes when the water drops hit the dry ground; my skin gets tanned and freckled on the sunny days; and I smile with the snowmen kids make as soon as the snowflakes start to fall.

I never know exactly where I’m going, and, even though I grow and feel a little more complete as I move from one town to the other, somehow the urge to wander goes off inside.

And off I go.

As I’ve said, I don’t know where I’m heading to. But I know where I’d like to be.

I hope to see them again, someday. All of them. My dad… And, at last, my mom.

So many moments; so many of them. The ones that loved me and crossed my way, while I am just a poor, wayfaring stranger, traveling through this world below.

I know that, once we meet, there won’t be a brighter day. So I walk.

I decided some days ago; right now I’m going to Jordan. Yet, and I have no idea why, something tells me I may finally be going home.

Jim Carrey

Devolvendo o filme de hoje pra minha mini (mas crescente!) coleção de filmes, lembrei que entre as minhas últimas aquisições (malditas Lojas Americanas e seus descontos! Eu não posso ir lá sempre. É tipo um dízimo. Parte do meu salário é destinada a filmes, se eu não me cuidar. E a uma loja de produtos naturais que tem entre a escola e a minha casa) não está “Brilho Eterno…”. Na verdade fui lá justamente procurando este filme. E lembrei que definitivamente preciso assisti-lo.

Daí comecei a pensar no Jim Carrey… Fora este, “O show de Truman” (pretty good, by the way – até onde eu me lembro, pelo menos), um Batman, e um outro de terror (?), o que mais ele fez que não era comédia, ou pelo menos puxava pra isso? Sei lá, não sou profunda conhecedora da carreira do cara.

E eu realmente não sei, mas pensa só… Quantos prêmios realmente significativos e relevantes o cara têm? Pfff…. Acho que ainda tô com o Oscar na cabeça, e tô fazendo esse paralelo pouco confiável. 

 

É tão difícil fazer comédia!, se você analisar bem. Verdade seja dita: não é tão complicado assim tocar (emocionalmente, please!) um ser humano, e quem sabe arrancar umas lágrimas. Digo isso porque eu mesma ando chorona pra cacete. Isso vem de conexão com o telespectador, e certas emoções e reações são bem universais (sem querer generalizar, mas já generalizando – mas ainda assim respeitando a [suposta] individualidade de cada um).  

Mas e risos VERDADEIROS? Não uns bobos, que duram segundos, vem do nada e vão pra lugar nenhum (sem desmerecê-los, claro; em alguns momentos estes são os melhores). Risos de verdade, que só podem provir de piadas boas, e/ou, também, de real conexão com quem escuta, ou no caso vê, essas piadas.  

É possível tirar comédia de uma tragédia… mas e tragédia de uma comédia? Também dá, tão facilmente?

Coitado do Jim Carrey, no fim das contas, e de mais outros porrilhões de comediantes (bons).

* noutro dia você falou que eu tava overthinking, e eu dei risada, porque, se há um verbo que me defina, é este.

Isso foi um fluxo de pensamento de menos de dez minutos. 

A minha mente opera assim. O dia todo. Sempre. 

 

Quando as pessoas têm um vislumbre disso, elas começam a me entender um pouco melhor. Ou não. Ou só atestam, de fato, que eu não sou lá muito normal (“normal”… booooriiing!).

Mas e quem é que tem percepção ou PACIÊNCIA pra escutar tudo isso e ainda tentar entender? 

Eu nem culpo (muito) quem não entende, ou não tenta entender. Descobri que isso não é fácil mesmo. Daí já cheguei num ponto que, comumente, nem tento explicar; “melhor deixar pra lá”.

Mas, pensando melhor, deve ser por isso que você sempre julgou (apesar d’eu discordar veementemente) ser tão difícil me ler. 

 

Hoje eu acabei de ler um livro, aquele que eu tava comentando com você, do Carl Sagan. “Contato”.

Poutz, que livro bom… Fiquei uns três minutos boquiaberta, meio que sem reação, quando eu acabei.

Mas a cabeça, óbvio, trabalhando a mil. 

No livro eles também estão trabalhando em decodificar mensagens vindas do espaço (por exemplo, no número Pi, supostamente, também haveriam algumas. Por isso que eu fiz a tatuagem… te falei, né?). 

Se é que existe outras formas de vida fora daqui, como será que essas elas pensam? Bem mais ordenadamente que isso, suponho. E mais rápido ainda. 

Bom, eu não vim do espaço (se bem que todos viemos, se você for analisar a questão de como o nosso mundo foi formado e tal), mas vez ou outra alguém tenta me decodificar. Só imagino e me pergunto com que grau de sucesso… 

 

Coitado mesmo do Jim… suspeito fortemente que a cabeça dele também age e reage assim, porque os personagens dele são todos acelerados e (talvez por isso) estabanados (se é que a arte imita a vida, como costumam dizer). Esse também deve ser o modus operandi dele.

E eu sei bem como isso pode ser cansativo… 

Será que isso quer dizer que eu também tenho chances de “chegar a algum lugar”, tal qual ele? Quer dizer, nem sei exatamente aonde ele chegou mas, pô, me parece ser um lugar deveras interessante. 

Quem sabe eu deveria prestar mais atenção nos filmes do Jim Carrey…